Apesar de sua pouca idade, Diego Baroza já tem muita experiência e reconhecimento no meio musical. Para se ter uma idéia, Diego é formado em Guitarra pelo Conservatório Souza Lima/Berklee e em Música pela Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS).
Também estudou com Kiko Loureiro, Edu Ardanuy, Pollaco, Marcio Alvez, Michel Leme e outros professores. Foi finalista do Concurso Nacional de Guitarra, o Gibson Contest” (IG&T/Guitar Player) em 2007 e vencedor do II Guitar Festival (Souza Lima/Cover Guitarra) em 2008.
Já acompanhou artistas de estilos diferentes, como sertanejo, gospel, pop. Acompanhou: Luan Santana, Leo Verão, Guilherme Rondon, Amannda, Ministério às Nações, Juliano Soccio, Marcia Cordeiro, entre em outros. E em estúdio, já gravou para artistas como Jads e Jadson, Leo Verão, Breno Reis e Marco Viola, Emmanuel Freitas, Victor e Vinícius, Trio 3/1, JazzSoulFan e outros.
Atualmente, divide seu tempo em dar aulas de música, gravações, produções de artistas, shows (acompanhando a dupla Jads e Jadson pelo Brasil), além de sua carreira solo e projetos paralelos, como o Som do Bem e o John Mayer Tribute.
E vamos a nossa conversa com Diego…
F. Amorim: Apesar de toda a sua correria por estar envolvido em vários projetos, ainda encontra tempo para estudar os assuntos que gosta na guitarra?
Baroza: Meu estudo hoje é voltado à improvisação e composição. Tento ser o mais focado possível, pois o tempo que tenho livre é bem curto. Tenho a vantagem de trabalhar exclusivamente com música, o que diretamente acaba somando em outros aspectos, que vão desde uma sessão de gravação em estúdio até palco acompanhando algum artista. O aprendizado é diário!
F.Amorim: Recentemente você lançou seu CD solo, Universe in Distortion. Como foi o processo de pré-produção desse trabalho? Como conseguiu organizar sua agenda com a dos outros músicos para passar suas idéias referente as músicas?
Baroza: Desde 2007 venho compondo alguns temas e fazendo pré-produções dessas músicas, mas por conta de outros trabalhos em estúdio e a faculdade de música, tive que “engavetar” tudo.
Em Julho de 2011 comecei a compor novos temas e o Universe in Distortion começou a tomar forma. Fiquei alguns meses pensando sobre o formato do CD, escolhendo os temas, timbres e qual sonoridade iria seguir no disco.
Escolhido os temas, fiz a pré-produção do disco no meu home studio e em quartos de hotéis durante os shows. Fui mandando as prés pros músicos antes de entrar em estúdio, lugar onde muita coisa melhorou e tomou forma.
Meus amigos Flávio Guedes (bateria) e Jasiel Xavier (baixo) deram vida pra minhas ideias e a produção do CD andou muito rápido.
Gravar um CD solo tem um peso grande, pois muitas vezes é uma tentativa de mostrar “sua cara”, e você pode se frustar se o objetivo for esse. Estou muito tranquilo e satisfeito com o Universe in Distortion, creio que ele concluiu o objetivo: Eternizar uma época da minha vida.
Quero gravar um novo disco, bem diferente. Fico empolgado em saber que minha cabeça, meu som e minhas ideias vão mudar a cada época, e esse é meu combustível em querer registrar isso sempre!
F. Amorim: Você tem, além da sua carreira solo e os shows com Jads e Jadson, o projeto Som do Bem e o John Mayer Tribute. Como surgiram esses projetos e em que ponto estão atualmente?
Baroza: O Som do Bem surgiu a convite do Vini Barreto, que me contratou a princípio pra gravar o primeiro vídeo. Acabei curtindo a vibe do projeto e montamos o Som do Bem, que até então nem tinha nome. É um projeto só para internet, pelo menos por enquanto. Curto muito música Pop, e a ideia do projeto é ser bem simples mesmo.
O Vini Barreto manda as composições, eu faço alguns arranjos, depois entramos em estúdio e gravamos. É um processo simples e muito rápido. Lançamos o último video há 1 mês mais ou menos e vamos lançar o próximo com a participação do nosso amigo Leo Verão dentro de alguns dias.
O John Mayer Tribute está parado por enquanto. Estou reformulando o projeto e a banda. Quem sabe nas férias gravamos alguns clips para publicar no Youtube. Quero fazer um show aqui em Campo Grande/MS, pra curtir e convidar os amigos a ouvir um som bacana. Nada de turnês ou algo mais sério.
F. Amorim: Recentemente você fechou uma parceria com a Tagima. Vi que escolheu uma Tele dourada. Quais alterações você pediu nesse instrumento para atender suas necessidades? E porque a escolha pela tele, algum motivo em especial?
Baroza: Isso! A minha Tele 505 tem exatamente a mesma configuração das que são vendidas na loja. A única diferença mesmo é a cor, gold. Sempre curti Telecaster, a minha última foi uma tele turbinada, com corpo diferente, cheia de modificações de coisas que eu não curtia na Tele. Dessa vez resolvi respeitar o modelo tracional, uma tele com som de tele, nada de “Frankstein” ahahah.
F. Amorim: Quais são as marcas que te apoiam? E em que dia e horário estará na expomusic nesse ano?
Baroza: Guitarras Tagima, Violões Takamine, Amplificadores Meteoro, Pedais Fuhrmann, Cordas Solez e Hello Cases.
Sou muito grato à todas essas empresas que dão um suporte muito bacana pra mim!
CRONOGRAMA Diego Baroza EXPOMUSIC 2012:
Espero todos lá pra curtimos um som e falarmos sobre música! Obrigado Fabiano!
Equipamentos usados por Diego:
Guitarras: Tagima T 505, Fender John Mayer Signature e Gibson Nighthawk Standard.
Violões: Takamine ETN 10C e Martin D-28.
Amplificadores: Meteoro MCK 200 e Fender Blues Deluxe
Efeitos: Pedais Fuhrmann e TC Electronics Nova System.
Conheça mais sobre o trabalho de Diego Baroza na internet:
Site:http://diegobaroza.com.br/
Twitter: http://twitter.com/diego_baroza
Soundcloud: http://soundcloud.com/diego-baroza
Facebook: http://www.facebook.com/diegobaroza
Pauleira Guitars: Diego, muito sucesso em seus trabalhos e muito obrigada pela sua participação no nosso Blog! Nos vemos na Expo!




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